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A Dermatologia é a especialidade médico-cirúrgica que atua em todos os casos fisiopatológicos que englobam a pele, o cabelo, as unhas e as mucosas, sendo possível tratar as alterações cutâneas (cabelos e unhas) bem como a correção dos aspetos estéticos da pele.

NA MAISCLINIC

TEMOS AO SEU DISPOR VÁRIOS TRATAMENTOS PARA A PELE

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DRª. BÁRBARA PEREIRA

PODE TRATAR DOS VÁRIOS TIPOS DE ALOPÉCIAS (PERDAS DE CABELO)

Os tratamentos para a perca de cabelo, provêm desde os primórdios da história do homem. Desde a utilização de ervas, óleos, cinzas, choques elétricos, massagens, laser, perucas, etc, os resultados nunca foram satisfatórios.

Normalmente os benefícios obtidos estão na redução da velocidade de instalação da calvície, e apenas aparecem 6 a 8 meses após o uso contínuo de medicação, porém ainda não existe tratamento médico a curto prazo.

Com a MaisClinic conta com especialistas altamente formados que saberão indicar a melhor forma de tratamento para o seu problema capilar.

A Alopécia Androgenética é o tipo de Alopécia mais comum afetando, segundo a Sociedade Portuguesa de Dermatologia, cerca de 50% dos homens aos 50 anos e 20 a 50% das mulheres sendo superior em idades mais avançadas. Nalguns casos, pode surgir em idades muito precoces e ter uma progressão mais rápida do que o habitual sendo determinante a influência genética.

Sob influência dos androgénios (hormonas ditas “masculinas” mas também presentes no sexo feminino), ocorre uma progressiva miniaturização do folículo piloso com produção de um cabelo cada vez mais fino até à situação de atrofia completa em que o folículo deixa de ser funcionante. No homem, tipicamente inicia-se na região temporal (“entradas”) com progressão depois para a região frontal e vértex (“zona do alto da cabeça”) sendo que, habitualmente, são preservados os folículos da região occipital (parte posterior da cabeça) até estadios mais tardios. Estes folículos occipitais são mais resistentes à influência dos andrógenos sendo, por isso, utilizada esta zona como área dadora nos transplantes capilares.

Nas mulheres, o padrão mais típico é a afetação do vertex com redução da densidade capilar progressiva nesta zona, mas com preservação da linha de implantação capilar na região frontal. No sexo feminino, quando estão presentes outras manifestação de aumento de andrógenos (como acne, seborreia, hirsutismo e irregularidades menstruais), devem despistar-se anomalias hormonais subjacentes das quais a mais comum é a decorrente do Síndrome do Ovário Poliquístico.

TRATAMENTOS:

Os únicos dois fármacos com aprovação para utilização neste tipo de alopécia são o Minoxidil tópico e o Finasteride oral sendo ambos fármacos utilizados por períodos prolongados de tempo.

O Minoxidil existe nas concentrações de 2 e 5% sendo esta última mais eficaz e actua estimulando o crescimento do cabelo ao permitir um aumento do fluxo sanguíneo que chega ao folículo com consequente aumento do aporte de oxigénio e nutrientes. O seu efeito começa a notar-se aos 3-4 meses de tratamento e atinge o seu máximo por volta dos 12 meses, observando-se um aumento do diâmetro do cabelo. A dose habitual é de 1ml duas vezes ao dia que se aplica por via tópica. Por norma é bastante bem tolerado produzindo, no entanto nalguns casos, alguma vermelhidão e ardor do couro cabeludo e, em casos mais raros, pode ser causador de alergia de contacto. A sua utilização é prolongada para manutenção dos benefícios atingidos.

O Finasteride é um medicamento oral que actua bloqueando a conversão da testosterona em dihidrotestosterona (a sua forma mais potente), ou seja, actua na reversão do efeito dos androgénios. A sua dose habitual é de 1mg/dia. Os efeitos benéficos surgem aos 5-6 meses de utilização atingindo um máximo por volta dos 12 meses. Os efeitos secundários por redução dos androgénios nomeadamente redução da libido e impotência são raros (menos de 2%) e não podem ser comparados aos efeitos secundários do mesmo medicamento no contexto de cancro da próstata em que é utilizado em doses mais altas e em pessoas duma faixa etária mais elevada.

A Bioestimulação com Plasma Rico em Plaquetas utiliza a fração do plasma do próprio paciente rico em plaquetas para favorecer a regeneração de tecidos. É uma técnica utilizada há vários anos na medicina dentária e ortopedia (regeneração óssea), no rejuvenescimento cutâneo e, mais recentemente, começou a ser utilizada na área da Tricologia existindo vários estudos que comprovam a sua eficácia em estimular o crescimento dos cabelos e aumentar o seu diâmetro. É considerada uma técnica complementar utilizando-se em simultâneo com outras terapêuticas.

É efetuada uma colheita de sangue (durante a realização de análises), o sangue é centrifugado e depois é obtida a fração do plasma mais rica em plaquetas que são células sanguíneas que possuem fatores de crescimento no seu interior. Esta fração do plasma é então ativada para que as plaquetas libertem os fatores de crescimento referidos e é, seguidamente, administrada através de pequenas injeções na área a tratar. Para maximizar os resultados, devem efetuar-se três sessões iniciais com um mês de intervalo e depois sessões de manutenção três a quatro vezes por ano. É um tratamento muito bem tolerado não implicando restrições na actividade social do paciente.

O Eflúvio Telogénico é uma das situações mais comuns de perda de cabelo. O cabelo tem diferentes fases no seu ciclo de crescimento: a anagénese que é a fase de crescimento activo do cabelo; a catagénese, fase em que o cabelo se “desliga” da sua raiz e em que pára o seu crescimento; a telogénese, fase de repouso e, por fim, a exogénese, fase em que o cabelo cai. No Efluvio Telogénico, verifica-se uma passagem precoce da anagése para a telogénese aumentando o número de cabelos que se perdem diariamente sendo por vezes perdidas quantidades de cabelo significativas sobretudo na lavagem e escovagem. Esta perda súbita de cabelo pode ocasionar redução visível da massa capilar que pode originar grande preocupação ao doente. Tipicamente ocorre após eventos de sobrecarga do organismo como cirurgias, doenças sistémicas com impacto significativo, dietas desequilibradas, perdas de peso marcadas, utilização de certos medicamentos, anemias e défices nutricionais como de ferro, síndromes febris, doenças da tiróide, no pós-parto, entre outras causas. As etiologias podem ser diversas e interessa corrigir a situação desencadeante podendo ser necessária a realização de certos exames de acordo com o historial clinico de cada doente.

Embora possa haver uma perda substancial de cabelo, o Eflúvio Telogénico é, na maioria das vezes, transitório e resolve espontaneamente embora possa ser necessário um período de alguns meses para a resolução completa da situação. Nalguns casos, a suplementação nutricional pode estar indicada ajudando a uma resolução mais rápida podendo também ser utilizado Minoxidil tópico e bioestimulação com Plasma Rico em Plaquetas.

TRATAMENTOS:

O Minoxidil existe nas concentrações de 2 e 5% sendo esta última mais eficaz e actua estimulando o crescimento do cabelo ao permitir um aumento do fluxo sanguíneo que chega ao folículo com consequente aumento do aporte de oxigénio e nutrientes. O seu efeito começa a notar-se aos 3-4 meses de tratamento e atinge o seu máximo por volta dos 12 meses, observando-se um aumento do diâmetro do cabelo. A dose habitual é de 1ml duas vezes ao dia que se aplica por via tópica. Por norma é bastante bem tolerado produzindo, no entanto nalguns casos, alguma vermelhidão e ardor do couro cabeludo e, em casos mais raros, pode ser causador de alergia de contacto. A sua utilização é prolongada para manutenção dos benefícios atingidos.

A Bioestimulação com Plasma Rico em Plaquetas utiliza a fração do plasma do próprio paciente rico em plaquetas para favorecer a regeneração de tecidos. É uma técnica utilizada há vários anos na medicina dentária e ortopedia (regeneração óssea), no rejuvenescimento cutâneo e, mais recentemente, começou a ser utilizada na área da Tricologia existindo vários estudos que comprovam a sua eficácia em estimular o crescimento dos cabelos e aumentar o seu diâmetro. É considerada uma técnica complementar utilizando-se em simultâneo com outras terapêuticas.

É efetuada uma colheita de sangue (durante a realização de análises), o sangue é centrifugado e depois é obtida a fração do plasma mais rica em plaquetas que são células sanguíneas que possuem fatores de crescimento no seu interior. Esta fração do plasma é então ativada para que as plaquetas libertem os fatores de crescimento referidos e é, seguidamente, administrada através de pequenas injeções na área a tratar. Para maximizar os resultados, devem efetuar-se três sessões iniciais com um mês de intervalo e depois sessões de manutenção três a quatro vezes por ano. É um tratamento muito bem tolerado não implicando restrições na atividade social do paciente.

A Alopécia Areata é uma alopécia de causa imunológica na qual, por desregulação do sistema imunitário, ocorre uma agressão aos folículos pilosos resultando na perda do cabelo produzido pelos mesmos. Ocorre predominantemente nas crianças e adultos jovens embora possa afectar outras faixas etárias. Clinicamente, observam-se áreas de perda de pêlo ou cabelo habitualmente circulares (“peladas”) sem alterações da pele subjacente que podem ser únicas ou múltiplas e com extensões muito variáveis desde formas muito localizadas até formas extensas. Podem ser afectados os cabelos (couro cabeludo), os pêlos da barba, as pestanas ou qualquer pêlo corporal.

Os doentes afectados por este tipo de alopécia parecem ter maior predisposição para outras doenças auto-imunes como tiroidite auto-imune, vitiligo e Lupus justificando-se investigações adicionais de acordo com a história de cada doente.

Pode haver regressão espontânea mas também progressão rápida das áreas afectadas.

O tratamento mais habitual consiste na utilização de corticóides inicialmente por via tópica (em cremes ou soluções) mas pode ser também feita a administração intralesional (com pequenas injeções) ou, em situações particulares, por via oral.

TRATAMENTOS:

O Minoxidil existe nas concentrações de 2 e 5% sendo esta última mais eficaz e actua estimulando o crescimento do cabelo ao permitir um aumento do fluxo sanguíneo que chega ao folículo com consequente aumento do aporte de oxigénio e nutrientes. O seu efeito começa a notar-se aos 3-4 meses de tratamento e atinge o seu máximo por volta dos 12 meses, observando-se um aumento do diâmetro do cabelo. A dose habitual é de 1ml duas vezes ao dia que se aplica por via tópica. Por norma é bastante bem tolerado produzindo, no entanto nalguns casos, alguma vermelhidão e ardor do couro cabeludo e, em casos mais raros, pode ser causador de alergia de contacto. A sua utilização é prolongada para manutenção dos benefícios atingidos.

Os Corticóides são medicamentos que podem ser utilizados por via tópica, intralesional e oral sendo a via intralesional a que tem melhor relação entre os resultados produzidos e os efeitos secundários. A aplicação intralesional é efetuada através de pequenas injecções distribuídas pela área afectada procedendo-se à diluição do medicamento de acordo com a avaliação clínica. A administração é efectuada com intervalos entre as 4 e as 6 semanas até à estabilização da patologia. A utilização por via oral necessita de acompanhamento e monitorização apertados uma vez que são medicamentos com vários efeitos secundários no organismo.

A Alopécia Frontal Fibrosante é um tipo de alopécia em que ocorre perda de cabelo na região frontal e temporal (progressão “ da frente para trás”) verificando-se um recuo da linha de implantação capilar e consequente aumento da altura da fronte (testa). Afecta frequentemente as sobrancelhas e pode haver perda de pêlo noutras áreas. Nas fases em que a doença está em actividade, pode verificar-se vermelhidão no couro cabeludo e prurido. Ocorre com mais frequência no sexo feminino após a menopausa mas pode afetar também mulheres pre-menopáusicas e homens.

É uma alopécia cicatricial o que significa que os folículos são destruídos de forma definitiva. A sua causa não está completamente esclarecida mas pensa-se que estejam implicados mecanismos inflamatórios e hormonais.

O tratamento que tem demonstrado mais eficácia consiste na associação de corticóides e de medicamentos com atividade antiandrogénica como o Finasteride sendo que medicamentos antimaláricos podem também ser eficazes. No entanto, o esquema óptimo de tratamento desta alopécia ainda não está completamente estabelecido estando a decorrer vários estudos sobre esta temática. O objectivo principal de tratamento é estabilizar a doença; se não for estabilizada, estima-se que exista progressão do recuo da linha de implantação capilar em cerca de 1cm ao ano. Após um período largo de estabilização da doença, pode considerar-se efectuar um Transplante Capilar.

TRATAMENTOS:

Os Corticóides são medicamentos que podem ser utilizados por via tópica, intralesional e oral sendo a via intralesional a que tem melhor relação entre os resultados produzidos e os efeitos secundários. A aplicação intralesional é efetuada através de pequenas injecções distribuídas pela área afectada procedendo-se à diluição do medicamento de acordo com a avaliação clínica. A administração é efectuada com intervalos entre as 4 e as 6 semanas até à estabilização da patologia. A utilização por via oral necessita de acompanhamento e monitorização apertados uma vez que são medicamentos com vários efeitos secundários no organismo.

A Foliculite Decalvante é um tipo de alopécia cicatricial pouco frequente que afecta sobretudo homens jovens. Manifesta-se inicialmente como inflamação do couro cabeludo sobre a forma de foliculite que progressivamente destrói o folículo produzindo áreas de alopécia definitiva. Pensa-se que o processo inicial possa estar associado a infecção bacteriana que produz uma reacção inflamatória crónica que persiste mesmo apos a erradicação das bactérias. A doença muitas vezes evolui por surtos. Podem utilizar-se antibióticos, corticóides intralesionais e mais recentemente a Terapeutica Fotodinâmica sendo que o objectivo principal do tratamento é estabilizar o processo e evitar que a alopécia progrida. Após estabilização prolongada, pode considerar-se efectuar um Transplante Capilar.

Existem múltiplas outras patologias em que pode ocorrer perda de cabelo.

As Tinhas do Couro cabeludo são doenças contagiosas provocadas por fungos e que afectam maioritariamente as crianças. Além da perda de cabelo, ocorre ainda alteração da pele subjacente com presença de descamação e cotos de cabelo. É necessário efectuar tratamento oral para a erradicação da infecção.

O Liquen Planopilar é a variante de Liquen Plano que afeta o folículo piloso. Nas fases iniciais, existe prurido, vermelhidão e rolhões de queratina nos folículos progredindo a inflamação para a destruição do folículo o que se traduz clinicamente pelo aparecimento de áreas de alopécia definitiva (cicatricial).

O Lupus Eritematoso pode também afectar o folículo piloso sobretudo na forma de Lupus Eritematoso Cronico Discoide. Neste subtipo, ocorre envolvimento habitual na face e couro cabeludo sob a forma de placas eritematosas com descamação que evoluem para a formação de áreas atróficas (cicatriciais) com alterações pigmentares e, quando envolvem o couro cabeludo, com destruição do folículo e alopécia definitiva.

OUTROS TRATAMENTOS

Existem vários tratamentos médicos adequados a tipos específicos de alopécias que incluem a suplementação nutricional, antibióticos, antifúngicos, antimaláricos, etc, contudo estão a ser investigadas novas formulações de tratamentos para alopécias.

Como o caso do minoxidil em espuma que parecem ser melhor toleradas do ponto de vista cosmético, formulações em nanossomas que facilitam a penetração do medicamento e ainda o nanoxidil, princípio activo semelhante ao minoxidil mas de menor tamanho o que parece facilitar a sua absorção e eficácia.

Existem estudos que têm comprovado que a Dutasteride tem mais eficácia que o Finasteride na Alopécia Androgenética com igual perfil de efeitos secundários mas, por enquanto, não tem ainda aprovação formal nesta patologia.

Outra novidade prende-se com a eficácia da dutasterida administrada através de infiltrações locais que tem demonstrado eficácia significativa com muito poucos efeitos secundários (uma vez que a quantidade de fármaco absorvida é reduzida) além de que permite uma utilização espaçada com duas a três sessões anuais dado ter uma semivida prolongada.

Está também em investigação a possibilidade de utilização do Finasteride por via tópica o que a comprovar-se a eficácia teria a vantagem de redução dos efeitos secundários relativamente á utilização oral.

O Laser de Baixa Potência parece ter uma actividade positiva no crescimento do cabelo aumentando a passagem de cabelos da fase de telogénese para anagénese mas por mecanismos ainda não completamente conhecidos e com protocolos óptimos ainda por definir.

Na Alopécia Areata, uma das grandes novidades consiste nos fármacos anti-Jak (tofacitinib e ruxolitinib) que têm demonstrado eficácia mesmo em casos de alopécias extensas mas que ainda não têm aprovação formal nestas patologias.

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