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Cirurgia Ortopédica

Cirurgia Ortopédica

Cirurgia Ortopédica

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A Cirurgia Ortopédica é um tratamento médico da especialidade de Ortopedia que cuida das doenças e deformidades relacionadas com os elementos do aparelho locomotor, como ossos, músculos, ligamentos e articulações.

NA MAISCLINIC

PODE TRATAR DOS SEUS PÉS ATRAVÉS DA “CIRURGIA DO PÉ”!

Os pés são uma obra-prima sofisticada do corpo humano. Apesar da sua pequena dimensão, são os alicerces sólidos do corpo humano pois sustentam o peso do corpo, suportam a nossa força e dão-nos o equilíbrio. O pé é a base para o movimento humano e para a postura erecta, por isso os pés precisam ser fortes e equilibrados.

A estrutura dos nossos pés é complexa sendo composto por 28 ossos, 33 articulações, 20 músculos e mais de 100 ligamentos e tendões. Juntos, contêm mais de um quarto de todos os ossos do nosso corpo.

Os pés estão sujeitos diariamente a uma grande pressão, o que os torna mais vulneráveis. Por norma, reservamos-lhes menos tempo e cuidados do que qualquer outra parte do corpo.

A maioria das pessoas calça os seus sapatos sem pensar na estrutura que suporta o peso do seu corpo. A atividade mais comum que fazemos, além de respirar, é andar e ficar em pé.

Fatores ambientais, genéticos, doenças, falta de cuidados, calçado inadequado e posturas incorretas contribuem para a formação de joanetes, calos, unhas encravadas, infeções e inflamações. Pés maltratados podem comprometer a saúde de todo o corpo, especialmente na coluna e articulações. Pisar mal pode vir a ser a causa de cefaleias, dores nas costas, escolioses e lordoses, além de problemas nos ombros e nos membros inferiores, principalmente quando combinados com o carregar excesso de peso.

A “CIRURGIA DO PÉ”

A Cirurgia do Pé, ou “Cirurgia Ortopédica do Pé”, é um componente importante da Cirurgia sendo uma subespecialidade médica que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento cirúrgico das doenças do pé.

Nesta sub-especialização foram introduzidos métodos avançados e mini-traumáticos de correção definitiva das deformações dos pés, que em comparação com os métodos tradicionais, a recuperação é menos dolorosa, mais rápida, mais confortável e os problemas não reaparecem.

VANTAGENS

Não se removem ossos e as articulações mantêm-se

Poucos danos nos tecidos moles devido à supervisão direta

Menos dores e inchado dos tecidos moles pós-operatório

É possível colocar o pé em carga imediatamente após a intervenção cirúrgica, evitando a osteoporose pós-operativa

Mobilização imediata, evitando a perda de massa muscular

Menos riscos de trombose e de embolia, devido à mobilização imediata com o pé em carga

Pouca perda de sangue

Em muitos casos é possível a operação simultânea de ambos os pés

Anestesia local ou local-regional, não sendo necessário anestesia geral

Permanência na clínica entre 2 a 4 horas (Cirurgia ambulatória)

Com a utilização destas técnicas é possível fazer cirurgias mini-traumáticas (sem colocação de placas ou grandes parafusos) em regime ambulatório (sem internamento, com anestesia local ou loco-regional).

COM O CIRURGIÃO ORTOPÉDICO

DR. FRANZ BOENSCH

TEMOS A SOLUÇÃO PARA OS SEUS PROBLEMAS DOS PÉS

O joanete, é uma das patologias mais comuns nos pés. É uma alteração anatómica, causada pelo desvio do dedo grande do pé (lat: hallux) em direção à parte exterior do pé que empurra o 1º osso do metatarso (lat: metatarsus primus), obrigando-o a desviar-se para a parte interna do corpo.

Na maioria dos casos esta malformação é causa genética e com a idade degenerativa.

A utilização de cremes, medicamentos, pensos de silicone e talas para o dedo grande do pé não melhoram o problema de forma alguma.

Técnicas avançadas de correção levam o metatarso à sua posição anatómica correta e, desta forma mantêm a articulação do dedo grande intacta e o “joanete” desaparece por completo. O pé apresentará novamente uma aparência normal e estética.

Para corrigir esta malformação dos “joanetes”, existem dezenas de procedimentos diferentes, por isso a escolha de um cirurgião ou ortopedista especializado na cirurgia do pé e, treinado para aplicar o melhor método para cada paciente, é fundamental.

A correção faz-se através de cirurgia ambulatória, sem anestesia geral, com sonífero e com anestesia local-regional. O paciente dorme durante a intervenção e não sente dores.

Esta correção pode ser realizada em ambos os pés numa única sessão. Depois o paciente pode sair pelos seus próprios pés e regressar a casa uma hora depois da intervenção.

Para mais informações sobre unhas encravadas e o tratamento cirúrgico destas, leia este artigo.

O Hálux límito é designado pelas alterações artríticas (artrose) na articulação base do dedo grande (articulação metatarsofalângica) tornando-a rígida. A causa é normalmente de origem genética e é mais frequente nos homens.

O Hálux límito começa com dor e progressiva rigidez (limitação) da articulação, dificultando o andar. Muitas vezes aparece no local uma exostose que poderá crescer e causar muita pressão e dor dentro do sapato.

Quando o dedo grande do pé está completamente rígido, falamos do Hálux rígido. Nesta fase é impossível dobrar o dedo.

A solução passa por uma correção cirúrgica e depois poderá mexer esta articulação sem dores.

Se a articulação estiver completamente destruída é aconselhavél fazer uma cirurgia de bloqueamento definitivo da articulação (artrodese), corrigindo a posição do dedo grande. Após esta intervenção é possível andar e trabalhar normalmente, sem dores ou incómodo.

Os três tipos de deformações mais comuns que acometem os quatro dedos menores do pé são o dedo em malho (imagem superior esquerda), dedo em martelo (imagem superior direita) e dedo em garra (imagem central).

Estas deformações aparecem muitas vezes associadas a um joanete.

O dedo grande do pé faz pressão contínua sobre os dedos mais pequenos que estão ao seu lado e deforma-os aos poucos. Isto dá origem a novos pontos de pressão e a pele reage com a formação de calos na parte posterior dos dedos. Estes são inestéticos e frequentemente têm tendência a inflamar.

O Dedo em Malho é uma deformidade que ocorre na articulação mais próxima à ponta do dedo. Consiste na flexão plantar do dedo, podendo formar uma calosidade na parte de cima, muitas vezes dolorosa pela fricção com o calçado, ou calosidade na ponta do dedo com deformidade da unha. É mais frequente em dedos longos e acomete principalmente o 2º e/ou o 3º dedo.

O Dedo em Martelo é aquele onde a deformidade ocorre na articulação do meio do dedo, ocasionando flexão plantar e produzindo uma calosidade dolorosa na parte de cima pelo atrito da articulação deformada com o calçado. É mais frequente em dedos longos e pode aparecer como deformidade única ou em vários dedos (múltipla).

O Dedo em Garra é uma deformidade mais complexa e que se apresenta com a hiperextensão (para cima) da articulação que une o dedo ao resto do pé e da flexão (para baixo) da articulação do meio do dedo. Esta deformidade provoca dores plantares na porção frontal do pé e calosidades muito dolorosas no dorso dos dedos acometidos, podendo até mesmo impossibilitar o uso de calçado fechado ou com sola fina.

O tratamento cirúrgico tem por objetivo alinhar e corrigir as deformidades dos dedos, estabelecendo uma posição mais anatómica e eliminar os pontos de pressão com o calçado.
Existem diversas técnicas cirúrgicas que podem ser utilizadas isoladamente ou em conjunto, dependendo do grau da deformidade, rigidez e/ou desvios articulares associados.
Osteotomias, condilectomias, artrodeses, transferências e alongamentos tendíneos são os procedimentos utilizados pelo cirurgião ortopédico para corrigir as deformidades dos dedos menores.

Dentro das doenças do dedo grande do pé esta é uma doença incómoda e dolorosa, mas relativamente fácil de tratar.

Localmente aparece o chamado tecido de granulação com inflamação e pus.

A terapia definitiva é uma pequena intervenção cirúrgica com anestesia local no dedo grande do pé para evitar qualquer dor no momento do procedimento. Só é removida a parte encravada da unha, responsável pelo problema.

Com este procedimento não se efectua qualquer corte na pele com ferida aberta. Mantém-se a parte visível da unha, a qual é importante por razões estéticas.

Uma vez que as células da raiz da unha são obliteradas, o problema fica resolvido de uma vez por todas e não aparece mais.

Para mais informações sobre unhas encravadas e o tratamento cirúrgico destas, leia este artigo.

Os calos ou também as chamadas calosidades são um espessamento da pele em resposta á pressão ou fricção repetida, que pode ser causada pelo calçado (pés) ou instrumentos de trabalho (mãos).

Esta reação de auto-proteção surge para evitar a criação de um “buraco” na pele, podendo causar a exposição dos ossos fora da pele e uma consequente invasão por bactérias.

Os calos aparecem normalmente nas mãos e nos pés e no caso destes, podem surgir em consequência dos joanetes, dedos em martelo e malformações dos ossos metatársicos.

Os calos aparecem em forma dorsal e plantar nos pés, e também entre os dedos, causando muitas vezes dores fortes, impedido uma caminhada normal.

Para obter algum alívio para as dores, pode “demolhar” os calos durante o banho e remover a pele mais grossa com uma pedra-pomes ou um creme esfoliante, tornando-os mais pequenos e mais moles.
Pode também consultar um calista ou um podologista para fazer este tratamento de forma profissional.

Para alcançar um tratamento mais eficaz e para que os calos possam desaparecer definitivamente, precisará de uma intervenção cirúrgica, em regime ambulatório e com anestegia local ou regional (o paciente fica a dormir sem recurso a anestesia geral).

De acordo com a causa da calosidade existem vários procedimentos para a sua correção. Escolho o procedimento mais adequado a cada situação e depois da intervenção, a calosidade dolorosa desaparece completamente, por si mesma.

O pé, devido à sua evolução, tem maior mobilidade no 3º espaço intermetatarsal. Por esta razão, nessa área pode doer ao andar devido à compressão de um nervo, ocasionada pelos ossos e tendões adjacentes. Geralmente dá a sensação de um choque eléctrico.

Um exemplo disso é o neuroma de Morton: na foto vê-se a azul a área dolorida.

Na parte interior do calcanhar, pode acontecer que, um nervo fique comprimido na sua passagem pelo túnel tarsal, o que se designa por síndrome do túnel tarsal.

Existem outras causas de dores que estão associadas à compressão de um dos muitos nervos do pé. Além disso existem muitas outras doenças que podem causar dores nos pés, sem que haja uma alteração visível no pé.

Às vezes é necessário utilizar outros meios de diagnóstico (TAC, ressonância magnética, ecografia, etc.) para descobrir o problema e escolher a terapia correta.

O pé chato é uma malformação do pé, na qual o arco do pé está espalmado. Devido ao peso, a sola do pé assenta toda no chão e o arco do pé desaparece. Por isso o arco do pé já não pode desempenhar a sua “função de amortização”, o que pode provocar dores ao andar e à noite.

Ao andar o pé já não pode dobrar normalmente. Nota-se que o andar é pesado e inestético.
Além do mais, devido ao andar inadequado podem surgir também dores na barriga das pernas, nos joelhos, nas ancas e até mesmo nas costas.

Os ossos da planta do pé estão constantemente em sobrecarga e por isso têm notoriamente um desgaste mais rápido que o normal.

Para aliviar as queixas, deve-se primeiramente utilizar palmilhas individualmente adaptadas ao pé.
Se o pé chato ainda tiver alguma flexibilidade, pode-se eventualmente resolver o problema com uma pequena cirurgia, minimamente invasiva (Arthroereisis); no entanto, por vezes, é necessária uma intervenção de maior dimensão.
Nos casos mais desenvolvidos de pé chato, em que o pé já perdeu a flexibilidade, existem procedimentos diferentes de correção. Aqui, para tomar a decisão correta são necessários outros meios de diagnóstico (ressonância magnética).
Também neste caso existem várias formas de solucionar o problema; a experiência do especialista é de grande importância para o paciente.

Nos diabéticos é extremamente importante a atempada reconstrução e correção das malformações do pé, salvaguardando as articulações, uma vez que é bastante grande o risco de existirem pontos de compressão no pé diabético.

Para o diabético bem medicado e com boa circulação sanguínea nos pés, a cicatrização após uma cirurgia não é mais complicada do que a de um não diabético!

Se não se fizer cirurgia de correção poderá acontecer o seguinte:

O pé diabético raramente sente dor, por isso nos pontos de compressão surgem feridas abertas com inflamação, muitas vezes sem que o paciente se aperceba disso.

Mais tarde, esta inflamação pode atingir o osso do pé e dá-se uma inflamação do osso (osteomyelitis).

Ao aparecerem as habituais perturbações na circulação sanguínea dos diabéticos, torna-se demasiado tarde para uma correção cirúrgica e, mais tarde ou mais cedo dá-se a inevitável amputação de parte ou da totalidade do pé.

Estudos científicos demonstram que muitas amputações se poderiam ter evitado, se a cirurgia de correção tivesse sido feita atempadamente.

Nos pacientes com artrite reumática, para além de outras articulações do corpo, os pés são frequentemente atingidos. Muitas vezes no início, o paciente sente apenas uma rigidez com dores difusas no pé e na articulação tíbio-tarsiana.

As muitas e pequenas articulações do pé, são destruídas pela inflamação das articulações; o que significa que anos mais tarde, o pé pode sofrer graves deformações, impossibilitando o andar. Em cerca de metade dos pacientes pode causar deformações tanto no metatarso, bem como no retropé e na articulação tíbio-tarsiana.

Em pacientes adultos existe uma probabilidade superior a 90% de desenvolver deformações no pé. Deste modo, podem aparecer deformações muito diferentes no pé, que naturalmente exigem uma terapia adequada caso a caso.

Nestas situações, é necessário também colaborar com um reumatologista, dada a grande importância no acompanhamento da medicação anti-inflamatória.

No calcanhar é onde se encontra o tendão mais forte do corpo, o tendão de Aquiles. Neste local, podem surgir além da calcificação por inflamação na inserção do tendão, a espora traseira do calcanhar, as bursites (inflamação do bolso sinovial).

Mais ou menos ao lado do tendão de Aquiles existe uma saliência óssea natural, a qual nalgumas pessoas é bem pronunciada (exostose de Haglund) e por isso, devido à compressão do sapato, tem tendência a inflamar e a doer.

Esta saliência óssea é na maior parte das vezes removível através de cirurgia sem cortar o tendão de Aquiles, o que permite ao paciente poder andar logo após a intervenção.

Existem ainda outras doenças dolorosas na área do calcanhar que podem ter origem no calcâneo ou no astrágalo, devido à compressão de tendões locais e de nervos.

Na maior parte das vezes estas doenças só podem ser distinguidas por um especialista experiente e, conforme o diagnóstico efectuado, necessitam de terapias diferentes.

Existem dois tipos de esporão calcâneo, o esporão do calcâneo plantar, na planta do pé, e o esporão do calcâneo dorsal, na parte de trás do calcanhar.

O esporão calcâneo plantar é uma calcificação local, no sítio onde a fáscia plantar está ligada ao osso (área vermelha na figura ao lado).  Este tipo de esporão calcâneo é o mais frequente.

A calcificação aparece associada a uma sobrecarga através de uma constante fricção da sola do pé – tendão (fáscia plantar).

Muitas pessoas têm esporão calcâneo embora nunca tenham sentido dores.

Uma inflamação aguda neste local ou ao longo do tendão pode ser muito dolorosa. A causa está na sobrecarga do pé, como por exemplo um pé chato ou outras deformações. Aparece também devido a excesso de peso e/ou falta de exercício físico, o que leva a que os tendões e os músculos do pé e da barriga da perna percam elasticidade.

Existem diferentes terapias, de acordo com o tipo e causa do esporão do calcâneo. Uma intervenção cirúrgica só faz sentido quando outras terapias não resultarem.

Podem aparecer em qualquer parte do pé pontos de compressão, com formação de calosidade, os quais aparecem segundo o mesmo princípio (demasiada compressão no local).

Um deles é o joanete do dedo pequeno ou o “joanete de tailor”, que aparece na parte exterior do pé mais ou menos abaixo do dedo pequeno. Tal como o joanete no dedo grande do pé, o dedo pequeno não origina qualquer joanete.

Frequentemente aparecem calosidades entre os dedos, sobretudo entre o quarto e o quinto dedo do pé que podem ser muito dolorosas, mas que no entanto podem ser tratadas facilmente sob efeito de anestesia.